O mercado de commodities agrícolas iniciou 2026 sob forte pressão vendedora, com o cacau consolidando-se como o destaque negativo do mês.

O mercado de commodities agrícolas iniciou 2026 sob forte pressão vendedora, com o cacau consolidando-se como o destaque negativo do mês.

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O cacau foi a commodity que mais se desvalorizou em janeiro, registrando uma queda de 14,4%.

Enquanto o cacau sofria em Nova York, a soja foi o destaque de baixa na Bolsa de Chicago.

O mercado de commodities agrícolas iniciou 2026 sob forte pressão vendedora, com o cacau consolidando-se como o destaque negativo de janeiro.

Após um 2025 desastroso, no qual perdeu mais de 40% de seu valor, a amêndoa manteve a trajetória de declínio na Bolsa de Nova York. O cacau foi a commodity que mais se desvalorizou em janeiro, registrando uma queda de 14,4%.

Os contratos de segunda posição do cacau encerraram o mês com um valor médio de US$ 5.065 a tonelada (aproximadamente R$ 26.624, na cotação de R$ 5,26).

Analistas apontam que o movimento é resultado de uma “tempestade perfeita” para os preços: de um lado, a retração na demanda global por derivados de chocolate e, de outro, a perspectiva de alívio na oferta, com melhores condições de colheita nas principais regiões produtoras.

Enquanto o cacau sofria em Nova York, a soja foi o destaque de baixa na Bolsa de Chicago.

O recuo nos preços da oleaginosa deve-se, em grande parte, ao Brasil. O otimismo dos investidores internacionais com o potencial de uma safra recorde em solo brasileiro aumentou a expectativa de oferta global, pressionando as cotações para baixo.

Fonte: https://timesbrasil.com.br

Impulso Eco Agro

Revista Eletrônica do Setor Eco Agro.

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